sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Pesquisa do Clube Sexy Hot mostra a troca de casais em primeiro lugar
Troca de casais é o melhor remédio para quebrar a rotina, segundo 55% dos 375 assinantes do Clube Sexy Hot, braço na internet do canal erótico da TV a cabo.
Transar em lugares inusitados foi a segunda opção mais votada na pesquisa feita pelo site, com 32% dos votos dos internautas.
Utilizar roupas e lingeries sensuais para acabar com a monotonia veio em terceio lugar, com 13%.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Feliz Dia do Amigo
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro".
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.
No Brasil, o dia do amigo é comemorado oficialmente em 18 de abril. Em 20 de julho é comemorado o dia da amizade, mas atualmente o país também vem adotando a data internacional.

terça-feira, 13 de julho de 2010
Swing favorece doenças sexualmente transmissíveis
Casais acima dos 40 anos que são adeptos de «swing», troca de parceiros, podem estar a contribuir para o alastramento de doenças sexualmente transmissíveis na população em geral, indica um estudo realizado por cientistas holandeses.
O estudo, publicado na revista científica «Sexually Transmitted Infections» e citado pela BBC Brasil, indica que entre os 9 mil pacientes pesquisados que procuraram consultas em clínicas especializadas em doenças sexualmente transmissíveis na Holanda, 12% eram adeptos de «swing» e tinham uma idade média de 43 anos.
A equipa do Serviço de Saúde Pública de Zuid-Limburg, na Província de Limburg, na Holanda, monitorou pacientes que procuraram tratamento em clínicas de saúde sexual em 2007 e 2008. O estudo colocou adeptos do «swing» entre os grupos com índices mais altos de doenças sexualmente transmissíveis, a par com jovens e homossexuais, que já tinham sido identificados como grupos de alto risco.
Os índices de clamídia e gonorréia, por exemplo, atingiu os 10% no grupo dos heterossexuais, 14% nos homossexuais, 10,4% nos adeptos do «swing» e abaixo de 5% entre prostitutas.
Essas diferenças ficam ainda mais evidentes quando a comparação foi feita dentro de grupos de pacientes mais velhos.
Os adeptos do «swing» responderam por mais de metade (55%) de todos os diagnósticos de doenças sexualmente transmissíveis entre os pacientes com mais de 45 anos. Em comparação, os homossexuais acumularam 31% dos diagnósticos na mesma faixa etária.
«Praticantes de swing diferenciam-se dos heterossexuais não adeptos por terem uma rede ampla de parceiros sexuais, caracterizada por parceiros simultâneos e altos índices de sexo sem protecção», disse a autora principal do estudo, Nicole Dukers-Muijeres.
«O nosso estudo confirma que esse tipo de comportamento arriscado torna essas pessoas mais vulneráveis às doenças sexualmente transmissíveis». «Os adeptos do swing podem tornar-se uma ponte de transmissão para a população como um todo», acrescentou a especialista.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Atriz pornô holandesa promete sexo oral e ganha 30 mil seguidores no Twitter
A Copa do Mundo 2010 está repleta de gatas aproveitando o momento de euforia mundial, principalmente da ala masculina, para aparecerem na mídia e ficarem famosas. Nada contra. Afinal, a onda de declarações polêmicas já nos apresentou a argentina Luciana Salazar, que prometeu tirar a roupa em caso de vitória da seleção hermana, e a paraguaia Larissa Riquelme, que prometeu ficar nua por sua seleção e cumpriu.
Agora, a bola da vez é a atriz pornô holandesa Bobbi Eden, mas a modelo foi bem mais longe que suas “concorrentes”. A gata prometeu através de sua conta no Twitter que caso os “laranjas” vençam a Copa do Mundo, ela fará sexo oral para todos seus seguidores da rede social.
Como era de se esperar, a declaração causou furor mundial e, em menos de um dia, Bobbi passou de um pouco mais de cinco mil seguidores para quase 34 mil. Para poder dar conta do recado, a atriz contará com a ajuda de três colegas de profissão.
Será que com um “presente” desses até a eliminação brasileira na Copa pelos holandeses pode ser esquecida?
Em: http://www.abril.com.br/blog/gatas/2010/07/07/atriz-porno-holandesa-promete-sexo-oral-e-ganha-30-mil-seguidores-no-twitter/
terça-feira, 22 de junho de 2010
Swingtown - Seriado com o Swing como tema
Aproveitando o post do Blog do SNG de um tempinho atrás (http://sng-swing.blogspot.com/2010/01/swingtown.html), quem tiver curiosidade em ver Swingtown, aí vão os links:
Legendas
Episódios (disponíveis através do Emule, quem preferir link direto basta procurar no Google):
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
"Idosos do swing" já realizaram 300 trocas de casais desde os anos 70
Publicado em 10/06/2010 17h11 em http://virgula.uol.com.br
Ian e Jean Smith ganharam o apelido de Rei e Rainha do Swing. Praticantes da chamada troca de casais há 30 anos, os dois aposentados dizem ter encontrado a fórmula da felicidade e da longevidade.
A brincadeira de mudar o parceiro sexual ocasionalmente começou há 30 anos. Desde então, eles garantem ter participado de mais de 300 "festas sexuais".
Ian, o "Rei", e Jean Smith, a "Rainha do Swing" (Foto: Reprodução/SWNS)
"Eu admito que estamos um pouco mais velhos que a maioria dos swingers, mas ainda estamos no auge", admite o ex-motorista de caminhão Ian, de 70 anos, ao site SWNS. "Adoramos sair e conhecer pessoas novas (...) É por isso que nossa relação é tão forte. Confiamos implicitamente um no outro".
A ex-professora de dança Jean, de 75 anos, diz que as sessões de swing começaram seis meses após o casamento. Desde então, o casal virou figurinha carimbada nas principais "casas" de Londres.
Em 2009, o site de relacionamentos casuais forgetdinner.co.uk, que incentiva os membros a ignorarem a conversa fiada e partirem pra "ação", elegeu Ian e Jean o casal mais antigo do Reino Unido a participar dos swings.
Com quatro filhos e oito netos, o casal não está nem aí para o que seus familiares pensam. "Nossos filhos sabem, mas preferem não comentar sobre isso", diz Ian, que promete continuar curtindo a vida ao lado da esposa (e de outras parceiras).
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E dá-lhe viagra....
Olha que aqui no Brasil tem casal que já passou dos 300 fácil.........hehe
segunda-feira, 7 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Existe ciume entre os Casais liberais que praticam o Swing ?
E o Ciume, como fica ?
Swing é Troca de Casais.Swingers são pessoas que se amam. Têm uma vida em comum. Um é referência para o outro. Um faz parte da vida do outro. O que os diferem é a maneira com que tratam do sexo.
Sexo com amor só é feito entre o casal (NUNCA ENTRE OS CASAIS). Em uma situação de sexo a quatro o máximo que se pode ter é amizade e afeto suficiente para o sexo não ser gratuito. Amor, ainda é prerrogativa do casal.
Assim sendo, o ciúme fica deslocado. Sabe-se que o fato do cônjuge estar nos braços de outro não configura um sentimento, é puro desejo sexual.
Ter ciúme, nesse caso seria o mesmo que desejar que não estivesse sendo tão bom para o outro como está sendo para ele. Se isso acontecer, é sinal claro que o casal não estava preparado. Deve-se desejar que seja o melhor possível para o outro. O ciúme entre swingers, se aplicaria à uma relação que tivesse tendência a envolver sentimentos.
Citamos aqui uma experiência de um casal, vivida logo no início da vida liberal dêles:
" Experimentavam o ménage masculino (o casal mais um homem) e após a esposa trocar beijos, abraços, carícias íntimas e sexo em várias posições com o rapaz, imediatamente após o orgasmo de ambos, ela, talvez inexperiente em fazer sexo com quem não amasse, abraçou-se com o rapaz e...COM A MÃO DIREITA FEZ CARINHO EM SEUS CABELOS!!!
O marido, que a tudo assistia excitado e maravilhado, se conteve para não avançar e tirá-la do colo do rapaz e parar com o que viu, como sendo aquilo, algo que só ele tinha o direito: O simples cafuné. "
Claro que hoje, mais vividos, eles se permitimos isso e muito mais.
No caso acima, o afago nos cabelos ele não queria dividir. Dividiu com muito gosto e prazer as curvas do belo corpinho da esposa, os carinhos íntimos que ela fez e recebeu no sexo. Mas não um gesto de afeto puro como aquele. Ela percebeu isso e nunca mais deu a ninguém algo que era só dêle: O carinho de esposa...única e especial na sua vida.
O Swing acontece em todas as cidades.O que me ficou claro ali é que é que existe um limite. Esse limite é flexível, varia de casal para casal e depende da experiência e do modo de ver de cada envolvido. Casais Swingers conversam muito antes e depois das aventuras, assim estabelecem desejos e limites.
É importantíssimo saber do outro o que se pode, deve ou não fazer. Queremos sentir outras pessoas, ter sexo com elas. Não gerar ciúme, brigas e cobranças. Certos carinhos são exclusivos do casal.
Em tempo: o Swing nos expõe muito em relação à nossa esposa ou marido. É importante que o casal esteja forte, seguro e resolvido em detalhes para que não sofram pequenos e até grandes problemas.
Praticar Swing é, essencialmente dar...dar a oportunidade de a nossa esposa sentir o que talvez não possamos proporcionar e ficar felizes porque ela foi feliz e saiu satisfeita. É também nos dar a oportunidade de viver as mesmas emoções que ela, e ter a satisfação de saber que ela está feliz porque foi bom para o marido. Independente de se a outra esposa for mais bonita, mais jovem ou mais ativa.
Evite-se comparações.
Devemos aceitar as deficiências dos casais amigos com a mesma naturalidade com que aceitamos e usufruímos suas qualidades sexuais. Sem nunca cobrar do nosso cônjuge atuações semelhantes. Somos como somos e nos complementamos com o que o mundo liberal nos oferece.
Marido, é um só. Esposa, só temos uma.
Dessa forma, o ciúme não tem lugar.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O que é Poliamor?
João ama Ana, que ama Roberto, que ama Jussara, que ama João. Essa ciranda do amor parece até saída de uma poesia ou canção, mas é usada aqui para ajudar a entender o poliamor. Trata-se de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade. Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. “Não há ciúme, pois não há medo de perder”, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro “A Cama na Varanda” (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. Veja aqui no que os poliamoristas acreditam.
O assunto é polêmico e mais conhecido do que se imagina. No Google, por exemplo, há 171 mil resultados para a palavra poliamor, enquanto no Orkut, pode-se encontrar 14 comunidades. Mas, antes de tudo, é bom diferenciar poliamor de outros tipos de relacionamento, como relação aberta, poligamia e swing.
Diferenças
Na relação aberta, o casal não faz pacto de exclusividade, mas os códigos continuam sendo de um casal: geralmente um não quer saber sobre os parceiros do outro. Nesse tipo de relacionamento, os casos extraconjugais estão mais ligados ao sexo.
A poligamia, em que se permite o casamento com mais de uma pessoa, divide-se em duas vertentes. A mais comum é a poliginia - casamento de um homem com várias mulheres. Já a poliandria - casamento de uma mulher com vários homens - é mais restrita e menos aceita.
No swing, ou troca de casais, o envolvimento é puramente sexual. Inclusive, há regras para que não passe disso e invada a esfera emocional. “O swing é para poucos. É preciso ter uma estrutura psicológica especial e forte para se relacionar dessa maneira”, analisa o psicólogo paulista Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro “Para Viver um Grande Amor” (Editora Gente), que vai ministrar a palestra gratuita “Estilos de Amor”, no próximo dia 10 de junho, na USP. Mais informações no blog http://ailtonamelio.blogspot.com/.
Quem já viveu formas diferentes de amar corrobora a afirmação do especialista. O militar, fotógrafo e escritor Samuel*, 43 anos, divorciado, praticava swing quando era casado, mas sentiu falta de demonstrações de carinho, e isso o incomodava. “Percebi que eu era capaz de gostar de mais uma mulher, dar e receber carinho. Comecei a viver o poliamor depois que me separei e hoje tenho uma parceira, a principal, e uma ou outra secundária”, conta. Leia aqui seu depoimento.
Já o vendedor Bruno*, 25 anos, nem conhecia o termo poliamor quando namorava uma garota e outro rapaz. “Passamos três meses juntos: saíamos para barzinhos, íamos a motéis. Mas ele ‘surtou’ e caiu fora”, conta. No entanto, Bruno garante que não vai desistir desse tipo de relacionamento. “Acho que existem pessoas que pensam dessa maneira. Não fico correndo atrás, mas quando encontro alguém interessante comento sobre minha posição. Não quero enganar ninguém”, afirma.
Poliamor x casamento
Segundo a sexóloga Regina Navarro Lins, estamos vivendo profundas transformações. Uma delas, e muito importante, é a quebra de paradigmas em relação ao amor romântico, que prega a fusão entre os amantes em uma coisa só, a tal da alma gêmea. “Hoje, a busca do ser humano é para dentro si a fim de desenvolver sua própria vida. E o amor romântico e idealizado bate de frente com essa postura atual”, diz. E completa: “A exclusividade nos relacionamentos está saindo de cena para dar lugar a novas maneiras de amar, como o poliamor”.
O psicólogo Ailton Amélio da Silva não acredita que o poliamor seja possível na prática para todos. “Na história da humanidade, não foram encontradas culturas em que não haja uma forma de casamento. Relacionamentos e filhos são regulados de alguma forma”, afirma. Ele cita o Atlas Murdock, em que são localizadas no mapa-múndi as várias formas de “casamento” nas culturas: poligamia, monogamia, casamentos arranjados, iniciação sexual pela mãe etc. Foram listadas cerca de 1200 sociedades, das quais, 800 privilegiam a poligamia (apenas sete culturas seguem a poliandria).
“Onde prevalece a monogamia, no entanto, há infidelidade”, afirma Silva. Estima-se que nessas sociedades 10% dos filhos não são do pai presumido. “As culturas monogâmicas adotam medidas, às vezes radicais, para coibir a traição, mas não adianta”, analisa. Mesmo assim, o psicólogo afirma que é a favor da fidelidade. “Quem se compromete com alguém não deixa de ver, desejar ou perceber outras pessoas. Mas o custo benefício da infidelidade não vale a pena, embora tenhamos propensões a ela. Por outro lado, temos mecanismo para ser monogâmicos, como o amor”, afirma.



