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domingo, 19 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Filme sobre "swing" quer discutir liberdade sexual
No início de Happy Few, exibido quinta à noite na competição, a artesã de joias (Marina Fois) e seu marido Franck (Roschdy Zem) estão num salão de massagens quando marcam um jantar com outro casal. Com Teri (Élodie Bouchez) e Vincent (Nicolas Duvauchelle), eles falarão sobre amenidades e boa cozinha até que o papo os levará a sair dali com os respectivos cônjuges deliberadamente trocados. O objetivo, claro, é a troca de parceiros numa noite que irá se estabelecer como um ritual cotidiano. Como eles chegaram a esse termo será explicado mais ao final do filme, quando já estabeleceram conflitos inerentes a esse tipo de situação, como ciúme e rusgas.
Happy Few é dirigido pelo francês Antony Cordier, jovem realizador que vem criando a fama de tratar de assuntos de limite ou polêmica sexual. Mas o que se vê nesse seu filme selecionado para Veneza é que não chega nem a ousar na temperatura erótica, como uma Catherine Breillat faz em seus trabalhos (La Belle Endormie, o mais recente, integra a paralela Horizontes), e muito menos levanta uma discussão mais aprofundada sobre a prática da troca de casais. Chega a ser mesmo conservador na abordagem, apostando apenas em cenas sexuais já habituais no cinema americano, como se isso fosse a conotação que bastasse. No que concerne a princípios e moral dos personagens, demonstra uma visão burguesa que muito tem a ver com a formação europeia.
A julgar pelas suas explicações sobre o filme na coletiva de imprensa, o diretor não pretendia muito mais do que abordar o "swing" como uma maneira de comportamento liberal herdada dos anos 60. "Quero colocar em perspectiva essa geração atual, dos anos 2000, com aquela que conquistou esse direito de se expressar sexualmente há quatro décadas", disse. "Mostrar que houve um retorno de certa forma a uma culpa, ou ainda, dependendo do personagem, que agora não se sabe mais como lidar com essa liberdade, se é que se pretende lidar com ela".
O diretor acredita ainda que essa sedução pela troca de casais ocorre a muitas pessoas. "A ideia é que o filme deixe isso menos com estereótipo de perversão e mais como uma face de atitude banal, como era nos anos 60". Ainda foi questionada a cena em que as mulheres trocam carinhos e tem uma relação sexual, o que não acontece com os homens. "É porque são elas que questionam e tem os problemas que vão surgindo com a relação a quatro e querem mostrar a eles sua posição de rivalidade e ciúmes; além do mais, as mulheres são mais ousadas hoje em dia que os homens", justificou Cordier.
Happy Few é dirigido pelo francês Antony Cordier, jovem realizador que vem criando a fama de tratar de assuntos de limite ou polêmica sexual. Mas o que se vê nesse seu filme selecionado para Veneza é que não chega nem a ousar na temperatura erótica, como uma Catherine Breillat faz em seus trabalhos (La Belle Endormie, o mais recente, integra a paralela Horizontes), e muito menos levanta uma discussão mais aprofundada sobre a prática da troca de casais. Chega a ser mesmo conservador na abordagem, apostando apenas em cenas sexuais já habituais no cinema americano, como se isso fosse a conotação que bastasse. No que concerne a princípios e moral dos personagens, demonstra uma visão burguesa que muito tem a ver com a formação europeia.
A julgar pelas suas explicações sobre o filme na coletiva de imprensa, o diretor não pretendia muito mais do que abordar o "swing" como uma maneira de comportamento liberal herdada dos anos 60. "Quero colocar em perspectiva essa geração atual, dos anos 2000, com aquela que conquistou esse direito de se expressar sexualmente há quatro décadas", disse. "Mostrar que houve um retorno de certa forma a uma culpa, ou ainda, dependendo do personagem, que agora não se sabe mais como lidar com essa liberdade, se é que se pretende lidar com ela".
O diretor acredita ainda que essa sedução pela troca de casais ocorre a muitas pessoas. "A ideia é que o filme deixe isso menos com estereótipo de perversão e mais como uma face de atitude banal, como era nos anos 60". Ainda foi questionada a cena em que as mulheres trocam carinhos e tem uma relação sexual, o que não acontece com os homens. "É porque são elas que questionam e tem os problemas que vão surgindo com a relação a quatro e querem mostrar a eles sua posição de rivalidade e ciúmes; além do mais, as mulheres são mais ousadas hoje em dia que os homens", justificou Cordier.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Casais aderem à prática do swing em Alagoas (também saiu no jornal por lá...)

Muitos casais de Alagoas aderiram à prática do swing – troca de parceiros – que já é oferecida por lugares especializados, como o Swing Club Maceió, localizado no litoral Sul do Estado e idealizado por um empresário mineiro. Mas, há quem prefira freqüentar esses locais em Recife e Salvador ou mesmo festas privadas para praticar a poligamia sexual.
As relações acontecem com o consentimento dos casais, que em alguns casos querem apenas observar a prática, como explica a sexóloga e ginecologista Cristine Rose, lembrando que o swing está no contexto das fantasias sexuais, principalmente masculinas, embora o desejo feminino também seja manifestado.
“Existem pessoas que têm o desejo de se excitar vendo outras fazendo sexo, mas nem sempre participam do ato. Tenho clientes que dizem que é como ver um filme pornô ao vivo e que depois vão ao motel com o marido. Em outros estados o swing é comum, mas aqui começou agora, ainda existe muito pudor”, destacou.
Cristine Rose afirmou que o swing não é considerado traição, desde que o casal concorde. Ela lembrou que é preciso maturidade para aderir a essa prática, pois a fantasia pode ser diferente da realização. A sexóloga contou que já atendeu pessoas que tiveram crises conjugais por conta disso.
“Quem vai para essas casas não está aberto a troca o tempo todo. Geralmente quando o casal resolve ir compartilha do mesmo desejo e considera isso a realização de uma fantasia sexual. É preciso haver uma preparação emocional e cada um tem que conhecer seu eu sexual secreto. As mulheres observam olhares e gestos do marido com a outra e podem contestar porque aquilo não acontece com ela. Assim, começam os ciúmes e os conflitos” lembrou.
Ainda segundo a sexóloga a troca de parceiros pode proporcionar um novo momento na relação do casal, embora não haja pesquisas para definir o perfil e o motivo dessa busca. Porém, ela lembrou que as casas de swing são terreno fértil para doenças sexualmente transmissíveis, que não podem ser prevenidas apenas com o uso do preservativo.
“Nesses locais há grandes sofás e pufes onde ocorre a troca de fluídos e secreções de várias pessoas, além do contato oral. Como ginecologista digo que o HPV, por exemplo pode ser transmitido com o contato genital prévio. Tem que ter cuidado também ao se relacionar sexualmente com alguém desconhecido” ressaltou.
Adeptos do Swing
Um praticante do swing, que preferiu não se identificar, contou que costuma ir com a noiva a festas onde a prática acontece. Ele já chegou a frequentar casas de swing no Recife e afirma que possui uma relação aberta e feliz, na qual cada um pode se relacionar com quem quiser, desde que eles continuem juntos.
Já outra fonte ouvida pelo Cadaminuto relatou que mesmo sendo solteira já participou de troca entre casais. “Em Maceió não conheço nenhuma casa de swing, mas sei que isso ocorre em motéis ou na casa das pessoas envolvidas”, afirmou.
Uma professora explicou que já existe uma comunidade sobre swing em Maceió e que existe um circuito de festas no setor já engloba a capital alagoana, mas a maioria dos casais alagoanos que aderem a prática preferem o fazer longe da capital alagoana
Ela confirmou que as redes sociais como o twitter e os blogs ajudam na disseminação da prática em Maceió, e que várias comunidades são visitadas por casais que mantém pseudônimos como "Casal Maceió" ou outros nomes que o identifiquem apenas no meio.
Fonte: Correio do Povo de Alagoas (www.correiodopovo-al.com.br)
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Vamos trocar banner!
BLOG DO SNG (sng-swing.blogspot.com):

SITE DO SNG (www.swingnovageracao.com.br):

REDE SNG (redesng.xitti.com)

Banner Lateral:

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Você tem parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia?

A superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de cristo. Para se ter uma idéia, o Código de Hamurabi, criado 1700 a.C. vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições.
Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.[1]
No cristianismo é relatado um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.
(By Wikipedia)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Swing tem cada vez mais adeptos em Portugal
Publicado em: http://www.tvi24.iol.pt/portal-iol/swing-adeptos-sexo-troca-de-casais-tvi24/1183274-5281.html
O swing, troca sexual entre casais, tem ganho muitos adeptos nos últimos anos em Portugal. Só na zona da Grande Lisboa há cerca de 5 mil casais inscritos em clubes privados.
Uma equipa da TVI falou com alguns destes casais e esteve num destes clubes.
É um espaço público de convívio mas também de acesso restrito. Chama-se Glamour e pouco mais podemos adiantar.
A sua localização, quem são os seus clientes e o que acontece aqui dentro é segredo, mas diz quem frequenta que o limite são as fantasias de cada casal.
Para falar de swing, pedimos ajuda a quatro casais praticantes e convidámo-los a partilhar algumas das suas experiências connosco.
Além das entrevistas, fomos convidados a presenciar um encontro privado casual e de convívio puro entre swingers.
Convite feito, aceite e a noite registada tal como aconteceu. Conversa, jantar e sexo.
Mas o swing é muito mais do que sexo e troca de casais. Começa sempre da mesma maneira, curiosidade e expectativas.
Nem sempre corre bem e a primeira vez pode ser traumática. Por isso, o truque é ir com calma.
A timidez apagada pela descoberta e concretização de uma fantasia.
Os ciúmes iniciais, diz quem sabe, vão desaparecendo com o tempo.
O swing, em ultima análise é um estímulo que pode cimentar uma relação. É nesta fase que alguns casais começam a ligar-se a este mundo e normalmente tudo começa na internet.
Mas a curiosidade é aguçada pela vontade de concretizar alguma fantasia sexual, quer seja do homem ou da mulher.
Fantasias partilhadas por milhares de pessoas, o swing tem crescido muito nos últimos anos, ao ponto de existirem já meia dúzia de clubes (bares ou discotecas) em Portugal de acesso restrito.
Mas a maioria dos swingers prefere concretizar fantasias em encontros mais pessoais em residências.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
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